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Um marca-passo cardíaco pode ajudar a encontrar uma pessoa desaparecida?

Especialistas em segurança cibernética de dispositivos médicos explicam as limitações de dados e sinais.

“Os marcapassos modernos, de marcas como Medtronic, Abbott e Boston Scientific, agora usam Bluetooth Low Energy para 'conversar' com um aplicativo no seu smartphone”, disse Phil Englert, vice-presidente de segurança de dispositivos médicos na Centro de análise e compartilhamento de informações de saúde.

“Embora você possa ver seus dados em um Apple Watch, o relógio não se comunica diretamente com o seu marca-passo, ele apenas obtém essas informações do seu telefone. Pense no seu telefone como o centro principal e no seu relógio como uma tela remota; o marca-passo em si nunca se conecta diretamente ao relógio”, disse ele.

Além disso, o smartphone do paciente não envia os dados do marca-passo diretamente para o médico para monitoramento. O telefone atua como intermediário, explicou ele.

“O aplicativo mostra ao paciente informações básicas, como duração da bateria e níveis de atividade, mas envia os dados clínicos mais complexos – como ECGs e ritmos cardíacos – para uma nuvem segura gerenciada pelo fabricante”, disse ele. “A partir daí, o médico do paciente acessa um portal privado para revisar os relatórios, geralmente durante o horário comercial padrão”, acrescentou.

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